Após mais uma vitória do Grêmio de virada por 3 a 2, desta vez diante do Caxias, no Estádio Olímpico, o vice de futebol do clube, Luiz Onofre Meira, fez uma análise crítica sobre o despenho dos jogadores. Para o dirigente, a falta de coletivos e o desgaste físico prejudica o entrosamento, mas com o tempo isso deve mudar.
“O Grêmio tem que se soltar um pouco mais, trabalhar mais coletivamente, até para ficar mais equilibrado entre a defesa, ataque e meio campo. Contudo, isso vai acontecer com o tempo. O time vai engrenar na sequência de jogos e isso é fundamental. Os trabalhos coletivos devem ser realizados com mais insistência, porque a equipe ainda está na pré-temporada. Só depois a parte técnica coletiva começa a ser desenvolvida, para fazer o conjunto ideal", afirmou o vice de futebol.
Meira comentou o andamento da negociação com o atacante Jonas e garantiu que tudo corre bem. “A renovação está bem encaminhada, porque todas as intenções, do jogador, dos procuradores e do clube, convergem para sua permanência. É uma questão de detalhes que serão tratados com o retorno da proposta que foi feita”, disse o dirigente.
Caso Maxi López
A decisão do atacante Maxi López de deixar o Grêmio gerou uma grande decepção no dirigente. O vice de futebol ainda não entende a decisão do argentino. "Desde a primeira reunião que tive com o Maxi para tratar do assunto, senti que ele estava confuso. Não conseguia manter um bom diálogo. Fica difícil de entender porque o jogador escolheu este caminho. Pelos valores que estão sendo falados, ele receberá menos do que receberia no Grêmio", declarou Meira.
O depósito judicial de 1,5 milhão de euros (cerca de R$ 4 milhões) feito pelo Grêmio dia 29 de dezembro na Justiça do Trabalho, como garantia de 50% dos direitos federativos de Maxi López, foi resgatado na quinta-feira. A soma será devolvida ao investidor, que o emprestara ao clube.
Para Meira, faltam coletivos aos jogadores do Grêmio
Vice de futebol do clube afirmou que não entende a decisão de Maxi López