"Sei que, quando um jogador fica mais de dois meses machucado, o time tem prioridade de renovação pelo tempo em que ficou lesionado", argumentou Iaúca. "Se precisar, vamos encrencar. No ano passado ele ficou seis meses machucado e pagamos o valor integral", lembrou o dirigente.
Iaúca relatou que foi o empresário do atleta que comunicou o acerto com o Grêmio. No entanto, o dirigente falou com o jogador que garantiu não ter assinado nada. "Não sei de pré-contrato, é mentira. Conversei com ele, que disse que queria ficar", enfatizou o vice-presidente.
O vínculo de Marco Antonio com a Portuguesa termina em janeiro, conforme o dirigente. Ele salientou que, para não recorrer à CBF, precisaria que o jogador ou o Grêmio pagassem os valores relativos aos seis meses que ficou parado. "Dessa forma não teria prejuízo ao meu clube", definiu.