O diretor da OAS, Eduardo Pinto, e a gerente de planejamento de projetos, Patrícia Chamié, lembraram que a Prefeitura foi extremamente exigente, mas que este rigor foi necessário para dar serenidade à população da área vizinha ao estádio. “Hoje as pessoas estão mais tranquilas sobre a segurança da operação”, afirmou Patrícia.
Conforme Ricardo Goethe, que coordenou o grupo encarregado de tratar as questões públicas da implosão, um cronograma será seguido até a derrubada do estádio. “Há um planejamento previsto, que poderá ter algumas alterações em relação ao trânsito e à remoção das pessoas. Somente com a data definida é que será possível relacionar os detalhes da implosão”, ressalta.
Fortunati elogiou o trabalho conduzido por Ricardo Gothe. “Foi um processo muito complexo, mas realizado com grande responsabilidade e profissionalismo por todas as secretarias envolvidas”, disse o prefeito.
O novo CT do Grêmio, que está sendo erguido perto da Arena, ainda não foi entregue. A implosão deve ocorrer após o Tricolor inaugurar o local para treinos. Para ser realizada a detonação, cerca de 2 mil pessoas terão de que deixar casas e apartamentos no dia.
Para a implosão, os moradores e comerciantes do entorno do estádio, em um raio de 200 metros, serão evacuados por um período de oito horas. Assim, que a empreiteira receber o Olímpico serão necessários 45 dias para montar. A OAS foi procurada pela reportagem, mas ainda não informou a data para implodir o estádio do bairro Medianeira.