A implosão é prevista para outubro e vai afetar diretamente 800 imóveis situados no entorno. Durante a detonação, os moradores serão deslocados para uma área próxima. “Evidentemente sempre há uma ou outra pessoa que, por interesses diversos, pode se negar a sair do local e daí se dialoga com a pessoa até o final. Em último caso, uma medida judicial resolve a questão. O interesse maior é a segurança das pessoas”, ressaltou Gothe.
Com a licença para demolição em mãos, somada à demarcação do perímetro de exclusão para os habitantes das cercanias do estádio, o Grêmio e as empresas responsáveis pela ação permanecem estreitando as relações para definir data de demolição do complexo. Ao todo, 172 documentos entre licenças e laudos técnicos devem ser emitidos para assegurar a implosão.
O raio de segurança definido ficou entre 150 e 200 metros de distância do local da detonação, que deve durar apenas 17 segundos. Serão utilizados mais de 250 quilos de explosivos no trabalho. Já a nuvem de poeira deve ser dissipada somente após 30 minutos, dependendo das condições do tempo.