“A altitude tem interferência direta no condicionamento do atleta e pode ser considerada um doping natural para quem mora aqui. Mas nós já chegamos bem próximos dos atletas daqui ou igualamos”, projetou, acrescentando que a pior situação ocorreu no início dos treinamentos em Quito: “No primeiro dia, alguns jogadores tiveram náuseas ou dores de cabeça. Algo comum”.
O preparador descartou a possibilidade de precisar de oxigênio durante o jogo. “Em relação a altitude, não é necessário. Nunca tive problema de um jogador passar mal a ponto de precisar de oxigênio na altitude”, completou.
Muitos times preferem chegar no dia do jogo para evitar os efeitos da altitude. Mello negou que essa estratégia seja a melhor para o futebol. “O problema é que alguns preparadores seguem rigorosamente o que está escrito nos livros, e você só se torna um grande profissional quando discute com os livros, claro que com embasamento. Acho que chegar no dia é a pior de todas as escolhas”, observou.