O presidente do Grêmio, Romildo Bolzan Júnior, enfatizou que o clube não fará discurso de terra arrasada, mas reconheceu que a queda na Libertadores, após a derrota para o Rosario, expôs carências no plantel. Ele descartou que o grupo tenha sido insuficiente para para a competição, mas que a sequência de jogos mostrou dificuldades. "Tem situações que não vêm de avaliação errada, são por exemplo jogadores que corresponderam ano passado, mas não tiveram a mesma resposta esse ano", ponderou.
Romildo prosseguiu na análise de que, mais que culpar o técnico Roger Machado, o Grêmio como um todo precisa se reavaliar. "O desempenho de alguns jogadores não foi suficiente nas posições. Não foram os jogadores em si, mas uma sequência de situações. Se tivéssemos dado algumas opções a mais ao Roger, talvez tivesse sido diferente", avaliou o dirigente.
Ele não citou nomes, mas projetou a necessidade de contratar. "Temos avaliações específicas e pontuais, vamos buscar o necessário para encarar uma competição de 38 rodadas", afirmou sobre o Brasileirão.
"As correções passam pelo plantel, pois temos que qualificar onde estão deficientes. Passa por uma avaliação de direção, comissão técnica. Temos que prover os meios para sair com os resultados", acrescentou Romildo, afastando em seguida estar pensando em alterações imediatas na comissão técnica ou no departamento de futebol. "Fazer qualquer discurso de terra arrasada para qualquer setor, logo após o jogo, é absolutamente imprudente. Todas as situações vão passar por um debate do conselho de administração."
Presidente diz que alguns jogadores não deram resposta esperada na Libertadores
Romildo reconhece necessidade de Grêmio reforçar para o Brasileirão e que faltaram opções para Roger