O presidente do Grêmio, Duda Kroeff, demonstrou satisfação e nostalgia ao falar do passado e do futuro do Tricolor. "Dói muito deixar o Olímpico para trás, mas o sentimento de nostalgia mistura-se ao de entusiasmo com a Arena. Quem construiu o Olímpico estará para sempre na história do Grêmio", disse em tom emocionado.
No terreno onde as máquinas e operários já trabalham desde às 17h50min de segunda-feria, Hugo de Léon, capitão do título mundial em 1983, desembarcou de um helicóptero azul carregando uma leiva de grama retirada do Olímpico e plantada no chão do futuro estádio.
Logo na sequência, Duda Kroeff, Paulo Odone, Adalberto Preiss e outras autoridades acionaram o botão que ligou as máquinas e marcou o início da obra que vai custar cerca de R$ 400 milhões. Hoje, na Assembleia Legislativa será votado um projeto de isenção fiscal para a obra que diminuiria em aproximadamente R$ 30 milhões o investimento feito pelo Grêmio. O prefeito de Porto Alegre, José Fortunati, passou às mãos dos diretores da OAS a licença de instalação, documento que determina a permissão para construir. O novo estádio irá abrigar 52,5 mil torcedores.