Contra o Nacional do Uruguai, Ramiro avançou pela direita e cruzou na cabeça de Riveros. Já nesta terça, contra o Atlético Nacional (COL), descolou lançamento vertical para Luan desviar por cima do goleiro Martínez. Depois, marcou o segundo gol gremista no jogo. A fase "garçom" é algo novo para o volante.
“No profissional, não. Nas categorias de base já cheguei a viver isso, porque era meia e fazia parte do setor ofensivo. Um segundo volante tem que tanto defender quanto atacar. Esse elemento surpresa que falamos, alimentar o pessoal do ataque, é muito importante”, comentou o jogador, na zona mista da Arena.
A proximidade com o setor ofensivo é um pedido expresso de Enderson Moreira. Ramiro e Riveros tem liberdade total para chegar na área adversária e auxiliarem Luan e Zé Roberto na armação. O tempo de meia na base do Juventude deixa Ramiro totalmente à vontade de cumprir a função.
“É trabalhar todos os recursos e valências do futebol. Da mesma forma que tem que saber marcar, tem que saber jogar. Esse momento que joguei como meia me ajudou em ter visão de jogo ofensiva, servir o pessoal da frente e ajudar a fazer os gols. O Enderson pede bastante para que a gente chegue, pega a defesa desmontada geralmente. Já aconteceu contra o Nacional, quando cheguei no fundo e o Riveros ocupou a área”, completou o camisa 17.
A reapresentação do Grêmio acontece na tarde desta quinta-feira, às 16h, no Olímpico. No sábado, o Tricolor volta a campo pelo Gauchão, entrenta o São Paulo, em Rio Grande, às 16h20min.