"Se considerarmos o número de dias que eles ficaram parados e quanto de tempo tivemos para trabalhar, é um volume razoável ou bom. O ideal mesmo seria ter de quatro semanas a cinco semanas", destaca Paulo Paixão. O preparador físico não esconde o desejo de um dia ter no Brasil o mesmo período que há na Europa. "Lá na Rússia (ele trabalhou no CSKA), eu tinha 50 e poucos dias. Perdi as contas de quantos amistosos fizemos", acrescenta.
A reapresentação dos atletas será segunda-feira, pela manhã, para trabalhos em dois turnos. À noite, começa um novo período de concentração, do qual serão liberados no sábado, dia 21, data da estreia no Gauchão. Na quarta-feira, porém, os jogadores ganham uma noite de folga para passar com familiares. O Grêmio inicia trajetória no Gauchão contra o Lajeadense, no Olímpico.
Depois do início da competição, o preparador físico sabe que não haverá tempo para trabalhos físicos. Serão partidas a cada três, quatro dias. "É jogo em cima de jogo. Fizemos a sustentação para os oito jogos que teremos em 27 dias", finaliza Paixão.