Renato pretende imprimir o espírito guerreiro ao time. “Fazendo as coisas com alegria e confiança, o rendimento de qualquer trabalho é quase de 100%. No momento que você entra no campo com medo de errar, você acaba errando. Quando você entra com confiança, acaba acertando”, explicou.
Apesar de elogiar o plantel, Renato não descartou a contratação de reforços, mas deixou claro que esse é um assunto para ser tratado internamente no clube. Ele lembrou que, quando assumiu o Grêmio em 2010, o grupo também era bom, só que alguns jogadores foram vendidos e não houve reposição. “A grande vantagem, agora, é que têm muito mais jogos pela frente. O campeonato (Brasileiro) recém começou e temos mais tempo para trabalhar”, avaliou.
Renato também irá retomar uma antiga prática: “A caixinha vai voltar sim”. “Se você mexe no bolso do jogador, ele acorda”, explicou. O método foi usado pelo treinador, na primeira passagem pelo Grêmio, para garantir que os jogadores não chegassem atrasados aos treinos.
Questionado sobre o aproveitamento simultâneo de Elano e Zé Roberto, jogadores mais velhos, Renato respondeu que terá que analisar junto ao grupo, mas que, na opinião dele, depende muito mais dos jogadores do que do treinador. “São dois grandes jogadores e isso ninguém discute. Se terão condições de atuarem juntos, eles vão me dar essa resposta”, esclareceu.
Das mãos de Koff, Renato recebeu uma réplica da camisa do Grêmio da década de 80, com o número 7 grafado nas costas. “Seja feliz conosco”, finalizou o presidente ao dar as boas vindas ao novo técnico gremista. Esta será a segunda passagem de Renato como treinador do Tricolor. Ele comandou o time de agosto de 2010 até 30 de junho de 2011. A última equipe treinada por ele foi o Atlético-PR no segundo semestre de 2011.