A história está ao lado do Grêmio na noite desta quinta-feira. Vencer a partida de ida fora de casa na Copa do Brasil sempre significou uma premissa de classificação para o clube. Em 21 vezes teve vantagem semelhante à conquistada diante do Coritiba (1 a 0) e em todas garantiu vaga. Às 21h, na Arena, espera manter o tabu positivo. O técnico Roger Machado, porém, não quer saber dos números e diz que ele faz parte apenas de um momento diferente. “Um tabu a favor agora. A gente pode manipular esses número da forma que quiser. É uma história diferente, jogadores diferentes, treinadores diferentes”, minimiza.
A grande maioria dos confrontos foi contra adversários de menor porte. O primeiro, com o pequeno Ibiraçu, do Espírito Santo, logo na estreia do torneio em 1989 — quando ainda não havia o regulamento de eliminar a volta ao vencer fora por dois ou mais gols de diferença. Vitória em Cariacica por 1 a 0 e no Olímpico por 6 a 0. O último, nesta edição, na primeira fase, ao vencer o Campinense na Paraíba por 2 a 1 e em Porto Alegre por 2 a 0.
No entanto, o clube também já confirmou a vantagem da primeira partida diante de oponentes tradicionais do futebol brasileiro. Por exemplo, na semifinal de 1997, após bater o Corinthians, no Morumbi, por 2 a 1 e empatar, em casa, em 1 a 1. Há cinco anos, o Fluminense caiu após perder por 3 a 2 no Maracanã e por 2 a 0 no Olímpico. Bahia e Fortaleza, duas vezes cada um, também já foram vítimas gremistas nestas circunstâncias.
Roger minimiza retrospecto positivo do Grêmio na Copa do Brasil
Clube consolidou vantagem com classificação em 21 oportunidades no torneio