Formado nas categorias de base do Goiás, ele representou o Vila Nova no estadual e foi indicado para a seleção do campeonato, apesar do time ter sido eliminado na semifinal. "Fiz um bom regional, sabíamos da dificuldade do Vila, mas a garotada se doou ao máximo e fomos até longe demais. Muita gente não acreditava, mas o grupo era unido e muito bom", avaliou o jogador.
Originado de um futebol no outro canto do País, o meia não mostrou muitos conhecimentos específicos sobre o Grêmio, mas destacou o tamanho do clube. "É o sonho de todo jogador. Vejo como oportunidade da minha vida para alçar voos mais altos na carreira", enfatizou.
Trabalhar com o técnico Vanderlei Luxemburgo também chama a atenção de Rondinelly. "O Grêmio é uma senhora camisa, tem tradição e um baita de um treinador. Quem trabalha com ele é um privilegiado, acredito."
O jogador, de 21 anos, é do tipo franzino, com 1,72m de altura e 69 quilos. Conforme o próprio atleta, foi alçado a titular num programa de renovação do Vila Nova, depois que o time caiu para a série C do Brasileiro. "O Vila teve uma reformulação, com mudança de diretoria e projetos para colocar jovens para atuar", explicou. "Formamos bons nomes como o John Lennon e o Rafael Carioca. A equipe está no caminho certo", enfatizou.
Rondinelly fez parte da base do Goiás dos 11 aos 16 anos, quando foi para o Corinthians. "Fiquei um mês e pouco, não me adaptei e voltei, pois não queria ficar em São Paulo", revelou. "Vim para o Vila e com 18 anos subi para o profissional. Este ano comecei a ter mais oportunidades para mostrar meu trabalho", celebrou o atleta.