“Temos uma situação contratual em que o Palmeiras pode sim ficar com ele por mais um tempo, continuando a valorização do atleta. Ele entra para a história sendo um dos que tirou o Palmeiras de onde não merece. É melhor para nós e também a eles, que têm o ganho técnico”, analisou Rui, em entrevista para a rádio Transamérica.
Envolvido na troca que mandou Barcos para o Grêmio em fevereiro, o atacante foi um dos emprestados ao Palmeiras até o fim da temporada - Léo Gago e Rondinelly completaram o grupo - sendo que Vilson chegou já sem vínculo com os gaúchos. Marcelo Moreno era esperado para participar da troca, mas o centroavante não quis sair, e pouco depois foi negociado com o Flamengo.
Caso queira comprá-lo, o Palmeiras teria que desembolsar 5 milhões de euros, mas o presidente Paulo Nobre já confessou que não há este valor para o investimento. Com a prioridade unilateral para renovação resta ao clube alviverde apenas acertar um reajuste salarial para manter o seu artilheiro no ano, com 15 gols.
Sobre o quinto atleta (que deveria vir no negócio com o atacante argentino), Rui Costa preferiu desconversar.
“O Leandro redescobriu seu futebol no Palmeiras e chegou à Seleção. Mostramos que tivemos a melhor postura no negócio. O outro jogador passa a ter relevância praticamente zero, porque o Palmeiras conseguiu um time muito competitivo com nossa parceria”, alegou.