Rui Costa reconheceu que, numa perspectiva pessimista, a temporada teve alguns aspectos de frustração, mas salientou os aspectos positivos. "Numa leitura, poderia ser o ano do quase, mas a outra visão é de que, num ano de adequar um elenco a novas realidades, chegamos esportivamente muito próximos do protagonismo que o clube deve ter", definiu.
"Foi uma temporada em que tivemos protagonismo importante levando em consideração o tamanho da competição e que o Cruzeiro fez uma pontuação fora da curva, uma escala fora do comum", acrescentou o diretor, sobre o Brasileirão, que rendeu o vice-campeonato e vaga na Libertadores. "Na Copa do Brasil, chegamos a uma semifinal, podíamos avançar a uma final e até vencer o campeonato, mas não foi possível", admitiu.
O dirigente também lembrou de seu momento mais complicado na temporada: "Foi o início da minha atividade como gestor de futebol. O fato de ser um dirigente remunerado era quase uma acusação, mas o Fabio Koff me deu essa oportunidade de carreira e as coisas foram mudando".