Apesar de confirmar a saída de Marcelo Moreno, que está 99% acertado com Changchun Yatai, o diretor-executivo do Grêmio, Rui Costa, afirmou que a diretoria também está preocupada com a manutenção do grupo de jogadores, assim como a torcida. Segundo o dirigente, o clube tem a consciência de que não irá trabalhar com grupo tão reduzido e pretende corre atrás de alternativas para as saídas de Barcos e do centroavante boliviano. Os reforços, porém, só devem chegar quando o Tricolor estiver bem financeiramente, o que pode ocorrer em junho, no começo do Brasileirão.
"É claro que o Grêmio vai buscar alternativas. É claro que o Grêmio tem consciência de que não pode ter um grupo tão reduzido. Vamos trabalhar para que esses reforços venham até quando o Grêmio estiver mais equilibrado financeiramente, que pode ser em junho, no início do Campeonato Brasileiro", declarou Rui Costa após a derrota para o Brasil de Pelotas.
Rui Costa voltou a negar que o Grêmio esteja fazendo uma política de desmanche para garantir o equilíbrio financeiro do clube. "A preocupação do torcedor é nossa. Nós também queremos ter uma equipe competitiva, nós também gostaríamos de estar contratando 19 jogadores. Já fizemos isso, mas hoje a realidade é outra. Quando fui perguntado sobre o Barcos, falei que não seria feito um desmanche. Evidente que tudo tem um limite e o Grêmio está trabalhando dentro daquilo que entende que é razoável", explicou.
O diretor ainda chamou a atenção para os jogadores que voltarão ao time de Felipão. "Nós temos jogadores que estão para voltar ao grupo, jogadores importantíssimos que os torcedores não podem esquecer. Nós temos o Giuliano, o Geromel, o Ramiro", recordou.
Rui Costa promete buscar alternativas, mas reforços podem chegar em junho
Diretor do Grêmio voltou a negar possibilidade de desmanche do grupo