Ao abandonar as negociações, o presidente são paulino, Juvenal Juvêncio, revelou os números que inviabilizaram um eventual acerto com o Napoli. "Por que pagar 1,8 milhão de euros se no ano passado era 1,2 milhão? Aí tem a cláusula que podem tirá-lo (se chegar proposta)", relatou o dirigente. "E tem mais 300 mil euros (R$ 970 mil) a cada seis meses para o procurador dele. Ou seja, com a Copa, ia jogar nove meses. Sabemos fazer conta. Dava R$ 1,35 milhão por mês (somando salários). Falei: 'Um abraço'", ironizou Juvenal.
Para o chileno ser anunciado pelo Santos faltam detalhes a serem resolvidos entre ele e o Napoli (ITA). Com salário de R$ 270 mil mensais, o jogador terá de ser liberado caso receba uma proposta de 9 milhões de euros (R$ 29 milhões) após a disputa da Copa. Com duas parcelas ainda a receber da venda de Rafael para o clube napolitano, o Peixe conseguiu tomar à frente ne negociação. O goleiro custou 5,2 milhões de euros – com 70% do valor destinado ao Santos e 30% para a Teisa (Terceira Estrela Investimentos, que é parceira do clube).