“O Grêmio está conseguindo os resultados. Deve trazer as decisões de mata-mata para casa, isso é importante. O torcedor vai ganhando confiança e com isso o apoio passa a aumentar. O Luan é a grande revelação da competição. É um garoto que poderá deixar de ser uma promessa e ser um grande jogador. O Marcelo pode escrever seu nome na história do clube ao lado de nomes com Lara, Danrlei e Mazaropi, que são os maiores do clube na posição”, afirmou.
“O Grêmio respondeu às expectativas. Quando se falou em grupo da morte, isso fez o time se preparar mais para enfrentar essas dificuldades. Isso foi feito muito bem. Vejo que o Grêmio não está se deixando levar por esse momento. Entende a importância das vitórias e sabendo que dificuldades virão daqui para frente”, seguiu.
Sem treinar nenhum clube no momento, Espinosa conta que tem aproveitado o tempo livre para assistir jogos do mundo inteiro e estudar o futebol. Ele revela que acompanha partidas na Europa com o olhar de treinador, mas que nos compromissos do Grêmio o coração fala mais alto. “Eu tenho acompanhado jogos da Europa com olhos de treinador, mas quando chega partidas do Grêmio na Libertadores entra o olhar do torcedor. O coração bate mais forte e o olhar é diferente. A gente é um pouco mais exigente em alguns aspectos e ao mesmo tempo se aceita algumas coisas em outros”, afirmou Espinosa.
Em relação à formação do time de Enderson Moreira, Espinosa ressaltou os resultados conseguidos no esquema com três volantes, mas revelou que gostaria de ver a equipe no retorno de Zé Roberto atuando com quatro homens ofensivos – com Dudu, Luan e Barcos ao lado de Zé.
“Os resultados têm aparecido com três volantes. Esse garoto (Dudu) entrou muito bem, mas entendo que seja muito mais um atacante. O Zé Roberto é muito importante, se movimenta, aparece e dos pés dele saem muitas jogadas. O Zé tem qualidade para suportar o jogo. Eu gostaria de ver o Zé voltando com o Dudu seguindo no time”, completou.