“É início de temporada, mas provamos que, em 120 minutos, estamos bem. Fomos na raça e na empolgação da torcida. Falei para todos que a taça estava aqui e eles não podiam vir aqui e levar o que era nosso. Antes deles serem expulsos tivemos três chances de fazer o gol. Antes já estávamos melhor”, firmou o capitão.
Durante a comemoração do título sobre o Independiente, Maicon lembrou da importância do ex-gerente de futebol do clube, Rui Costa, que o contratou e falou que um dia ele seria campeão e ídolo do Grêmio. Porém, fez questão de dividir os louros das conquistas com os atuais dirigentes e com o, agora, multicampeão Renato Portaluppi.
“É um campeão, que pegou o grupo em um momento difícil. Nunca nos colocou para baixo. A gente estava tomando porrada (críticas de parte da imprensa e da torcida) e o professor chegou, falou que ninguém tinha esquecido de jogar bola e que as coisas iam mudar. Passo a passo, com paciência, as coisas mudaram. O presidente também foi muito importante, pois quando o momento era muito difícil, ele foi lá dizer que acreditava na gente”, declarou Maicon.
Nem mesmo as superstições que envolveram antecipadamente o jogo passará pela análise do capitão campeão da América. Porém, Maicon preferiu destacar a realidade, deixando de lado a “magia”.
“Bruxo não ganha jogo. O que ganha é trabalho e claro que eles também fazem isso. E é muito difícil ser campeão, então, precisa valorizar muito”, declarou o capita.
O Grêmio mudou a programação de treinamentos no início da tarde desta quinta-feira. Aqueles que não atuaram começarão as atividades às 16h. Já os que foram responsáveis diretos pelo título se apresentam uma hora mais tarde. A concentração para o jogo de sábado, às 19h, contra o Novo Hamburgo, começa às 22h.