“O Presidente do Grêmio e diretores da OAS dizem que há condições. Nós que somos leigos chegamos aqui e achamos que ainda faltam muitos acabamentos. Mas pela competência que a empresa tem demonstrado, temos que acreditar, pelo princípio da boa fé, que o estádio será inaugurado.
Quanto à proibição da avalanche no local pela Brigada Militar, o governador disse que é um assunto técnico, mas que o impasse poderá ser resolvido através de conversas entre as partes. “Isso é uma questão de natureza técnica e legal. Claro que sempre tem uma margem de negociação política entre as partes, desde que aceitas pelo Ministério Público”, disse.