De acordo com Ruas, se o projeto for aprovado e sancionado pelo prefeito José Fortunati, a OAS Construtora, responsável pela área, não poderá destruir o prédio nem o gramado. No entanto, se a demolição ocorrer antes da sanção do projeto, o legislador não tem o que fazer.
O projeto para a área é construir torres de prédios residenciais. Se a proposta de Pedro Ruas for aprovada, os campos suplementares poderão ser utilizados para as obras.
Conforme Eduardo Antonini, presidente da Grêmio Empreendimentos, empresa que faz a ligação entre o clube e a construtora, contratualmente o Grêmio recebe a Arena e entrega para a OAS o estádio Olímpico. Com isso, ele acredita que as indagações referentes a possíveis prejuízos causados pela aprovação do projeto devem ser encaminhados à construtora. A reportagem tentou contato com a construtora, mas ninguém atendeu às diversas ligações.