Os dirigentes do Grêmio tentaram cercar a arbitragem quando deixava o gramado da Arena, após o empate com o Inter neste sábado. Eles gritavam "vergonha, vergonha" para Bráulio Machado e sua equipe.
A reclamação era sobre a penalidade máxima não anotada na metade final do segundo tempo. Mesmo com auxilío do VAR, e as imagens mostrando contado de Braian Rodrigues com Aravena, o juiz manteve a decisão de seguir o jogo.
Mais tarde, o presidente, Alberto Guerra, retomou o assunto, indignado. “Eu preciso gritar, reclamar da arbitragem. Não é a primeira vez nesse ano. São pênaltis escândalos não marcados para o Grêmio”, disparou. “Foi pênalti do João Pedro (Gre-Nal), assim como do Gerson, contra o Flamengo, foi pênalti. São erros muito claros.”
"Futebol não é fácil, é difícil. Quando conseguimos fazer a partida contra um grande adversário, tendo a chance de ter um pênalti para bater, não marcam", frisou.
O jogo acabou empatado, para muita frustração dos gremistas na Arena. Pouco antes, os jogadores já tinham feito seu protesto, sendo afastados pelo capitão Kannemann para evitar cartões.