“A continuidade aqui seria ideal, mas por todos os projetos que o Grêmio tem, voltar para aí seria maravilhoso”, despista Caetano. Ao lado da esposa, ele espera decidir o futuro ainda em novembro, portanto antes do final do Campeonato Brasileiro. Rodrigo não nega contatos recentes com a futura gestão gremista, mas descarta comentar o otimismo de Antônio Vicente Martins em relação ao seu regresso.
“Aqui o meu reconhecimento junto à torcida vascaína é absurdo. A pressão é muito grande para eu ficar”, explica. Questionado se deixando o eixo Rio-São Paulo perderia o cartaz construído, responde à la Rodrigo: “Visibilidade dependo do trabalho”.