Em Libertadores, muitas vezes você não consegue jogar bonito, é um jogo muito competitivo e não pode desperdiçar as oportunidades", explicou Magrão. "Nós sabíamos que ia ser complicado, mas perder da maneira que foi contra o Juventude, doeu um pouco. Quando nós estávamos ganhando de 2 a 1, controlávamos o jogo mas não matamos. Depois deu um apagão no time, tivemos mais chances para decidir a partida e no futebol é assim, tem que fazer o gol", analisou.
"Derrota vai ser sempre derrota, é um peso a mais que tu carregas jogando no Grêmio, sabendo a cobrança que vai vir depois", ponderou Magrão. "Com certeza foi um peso muito grande e uma cobrança muito grande. A noite foi muito difícil, eu praticamente não dormi", admitiu o volante. "É muito difícil explicar, ainda mais atuando com um jogador a mais", acrescentou.
Mesmo com o clima pesado, Magrão não considerou o momento ruim para o técnico Renato viajar para o Rio de Janeiro, para atuar no Mundial de Futevôlei. "Não vi os jogos do Renato, porque estávamos treinando, mas vamos ficar de olho, até porque ele diz que joga muito, então vamos prestar atenção quando der", brincou o volante.