Com a chegada de Filip Krovinović, o Grêmio passará a contar com 12 jogadores nascidos fora do Brasil: o próprio croata e mais Amuzu, Balbuena, Braithwaite, Enamorado, Jovane Cabral, Pérez, Monsalve, Nardoni, Noriega, Pavon e Villasanti. Kannemann já não entra nessa conta porque concluiu o processo de dupla nacionalidade.
Como as competições da CBF só permitem até nove estrangeiros, a ideia inicial do Tricolor era contratar um meia brasileiro. Porém, por causa da escassez de opções de qualidade para o setor e que se encaixassem na nova realidade financeira do clube, o Tricolor partiu para o “Plano B”.
Inicialmente, a tentativa foi pelo argentino Matías Vargas, de 29 anos, que deixou o Al-Fateh, da Arábia Saudita. Porém, a pedida salarial foi muito elevada e, por isso, os gaúchos não avançaram nas conversas.
Após mais um insucesso, o Grêmio partiu para o nome de Filip Krovinović, indicado por Luís Castro. Na temporada 2016/2017, ambos trabalharam juntos no Rio Ave (POR). Devido ao destaque obtido sob o comando do treinador gremista, o meio-campista foi comprado pelo Benfica, no qual não conseguiu ter um bom desempenho.
A chegada do croata ao Tricolor foi costurada a partir da rescisão de contrato com o Hajduk Split (CRO), onde estava há cinco anos. Na Arena, o jogador estará dentro da realidade financeira, com salário que gira em torno de R$ 400 mil mensais.