"Nos últimos dias todos me cumprimentaram e falaram em fazer coisas assim, mas dentro de mim vinha um pensamento: 'Não quero esse tipo de festa, isso é um jogo'. É o comprometimento com o trabalho, sempre dei prioridade para isso. Entrei com a 3 que é de praxe e a marca fica aí para a história", afirmou o zagueiro.
Índio credita a marca à perseverança que teve na carreira e na vida. "As críticas jamais me abalaram, nunca me deixaram triste. Elas vêm para dar um alerta para que você trabalhar mais, se dedicar mais. Eu sempre pego isso pelo lado positivo. Passei muita dificuldade na minha vida, e a persistência foi o que me levou a chegar até aqui e fazer parte da história deste clube tão vitorioso", afirmou.
Na mesma linha de otimismo, Índio não quis lamentar o fato de não ter completado os 300 jogos diante do Barcelona ou do Milan na Europa. "Era para acontecer hoje. Infelizmente senti dor e não pude viajar, mas estou muito feliz por ter acontecido no dia de hoje".