O novo gol, de cabeça – tal qual o de Claudiomiro, em 1969 –, saiu de uma combinação entre os colegas, conforme explicou. “O Jorge Henrique que pediu para eu entrar ali. Pedi para o Rafael Moura puxar no primeiro pau. Acreditei que a bola iria ali”, descreveu ele, sobre o lance aos 21 minutos do primeiro tempo.
No Inter há quase três anos, Fabrício reconheceu que vive nova fase em 2014, ano em que ele começa como titular absoluto da lateral-esquerda. “Não pedi. Eles que me passaram a camisa 6. A gente fica com mais confiança ainda para manter”, destacou. “A titularidade contribuiu para a confiança, porque é difícil jogar com a corda no pescoço sempre.”
O que também ajudou foi a forma de atuar do técnico Abel Braga. “Ele gosta de jogar para frente”, descreveu o lateral, que tem na ofensividade uma de suas características. “Toda vez que tenho consciência que posso fazer o chute eu chuto mesmo. Finalizo bastante”, garantiu ele, que quer contagiar os companheiros: “Nosso time joga para frente e tem que continuar com essa pegada”.