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A poucas horas da decisão, Guadalajara vive um dia normal

Inter enfrenta o Chivas hoje à noite pela final da Libertadores

Bandeiras e camisas do Chivas não são vistas nas ruas
Bandeiras e camisas do Chivas não são vistas nas ruas Foto : Fabrício Falkowski/Especial CP
As 49 mil cadeiras do estádio Omnilife estarão ocupadas logo mais à noite. Afinal, todos os ingressos para a decisão entre Inter e Chivas foram vendidos antecipadamente. No entanto, toda essa euforia, pelo menos por enquanto, ainda não se transferiu para as ruas de Guadalajara. Faltando poucas horas para a bola rolar, é difícil ver torcedores na rua com a camisa do Chivas, bandeiras ou qualquer sinalização da partida.

Em Porto Alegre, os jogadores mexicanos encontrarão um clima completamente diferente. “Já havíamos comentado isso. Até agora, não vimos aquele tipo de euforia que ocorre no Brasil”, observa o vice-presidente de futebol, Fernando Carvalho, surpreso.

Na manhã desta quarta-feira, nenhum jogador colorado foi visto no hall do luxuoso hotel Intercontinental Presidente, onde se hospeda a delegação. Celso Roth apareceu, circulou por alguns minutos e sumiu outra vez. Os dirigentes também pouco se mostraram nas horas que antecedem a partida.

É assim, com muita tranqüilidade, que o Inter vive seus últimos instantes antes do jogo em Guadalajara. Logo depois da partida, a delegação embarca em um avião fretado e segue para a Cidade do México. De lá, ainda na madrugada de quinta-feira, segue para o Brasil. Com a mudança na programação, os jogadores ganharam um dia a mais de descanso antes do segundo jogo da final da Libertadores, marcado para a próxima quarta-feira.