“Temos que trabalhar como fazemos antes de cada partida. Esperamos a hora deste jogo com um pouco de ansiedade. Não vemos a hora de começar”, observa o zagueiro Juan. “O Abel tem o jeito dele de trabalhar. As coisas estão correndo bem. O time sabe que é um jogo especial e estará bem preparado para ele”, observa o vice-presidente de futebol, Marcelo Medeiros.
Os argumentos do treinador no sentido de evitar a ansiedade fazem sentido. O Gre-Nal, por si só, já tem uma importância grande. Este, em especial, ainda ficará marcado como o primeiro do novo Beira-Rio, além de ser a reestreia de Felipão como técnico do Grêmio.
Os próprios jogadores confirmam a relevância extraordinária da partida: “O Gre-Nal é diferente, um campeonato à parte, todo mundo sabe disso. E claro que o de domingo tem um valor especial para a gente. É a primeira vez que recebemos o rival na nossa casa nova, diante da nossa torcida, e os dois lados querem a vitória para marcar a data”, afirma D’Alessandro. A mudança mais perceptível no dia a dia dos jogadores foi a imposição da concentração, que, de qualquer forma, ocorria sempre antes de jogos importantes.