Independentemente do que aconteça em Montevidéu no 'jogo do ano' entre Nacional-URU e Inter, duas questões do super equilibrado Grupo F da Libertadores estão definidas restando três partidas a serem disputadas. Não há mais como os dois brasileiros se classificarem juntos, mas há o risco de ambos ficarem fora. E eles irão se enfrentar no dia 28, no Beira-Rio.
"Contra o Inter vamos continuar com a nossa maneira de jogo. O Inter foi competitivo contra a gente em Salvador e nós precisamos também ser competitivos contra o Inter e aproveitar melhor e tentar fazer o gol. Temos chances, possibilidade e vamos até o último", garantiu o técnico Rogério Ceni.
Durante a coletiva após a derrota na Colômbia para o Atlético Nacional, ele relembrou dois momentos em que o time respondeu sob pressão. Em 2023 quando derrotou o Atlético Mineiro na última rodada do Brasileirão e escapou do rebaixamento por um ponto e no ano passado quando bateu o Atlético Goianiense e arrancou a últma vaga para a Pré-Libertadores. No entanto, nas duas vezes o Tricolor de Aço era mandante e agora definirá seu futuro como visitante.
"Temos que jogar como a gente sempre tentou. Fomos lá contra o Palmeiras, sofremos bastante. Equipes que a gente enfrenta têm qualidade. Nosso pecado foi a derrota para o Nacional em casa, nos últimos 30 minutos. Foram os 30 minutos que não jogamos bem a competição", completou Ceni.
Até aqui o Bahia fez quatro jogos fora de casa na competição. Empatou com The Strongest e Boston River, ganhou do Nacional-URU e perdeu para o Atlético Nacional. O calendário aponta três compromissos até a decisão do dia 28. O primeiro no domingo no clássico contra o Vitória, na Fonte Nova, pelo Brasileirão.
Depois o time recebe o Paysandu pela Copa do Brasil com vantagem de 1 a 0 no Pará. E curiosamente o último jogo será contra o rival do Inter. No dia 25 pela manhã, o adversário será o Grêmio, na Arena, também pelo campeonato nacional.