“Nosso nível de treinamento ainda está muito baixo. Precisamos e teremos que elevar esse ritmo”, acrescentou o técnico, que não deixou de exaltar seus comandados: “Por esse pouco tempo de trabalho, estou muito contente com o que estou vendo”. Contudo, o técnico planeja mais treinos antes da partida pela Libertadores, em março: “Quero ter no mínimo mais uma semana de trabalho antes do jogo contra o Santos”.
Ainda que já pense no duelo na Vila Belmiro, Dorival garantiu que o Inter está focado nos dois torneios em que está envolvido. “Quem é que não quer ser campeão gaúcho?”, questionou. “Vamos enfrentá-lo como se fosse uma Libertadores. Dessa maneira você vai alcançando objetivos. Lá na frente, se tivermos que tomar uma decisão, vamos assumi-la”, acrescentou ele, que fez questão de deixar claro: “Até esse momento não priorizamos nada”.
Vitória sobre equipe equilibrada
Dentro das quatro linhas, Dorival disse que gostou da marcação do time, “que começa lá na frente”. “Quando você vai filtrando a jogada, elas causam menos problemas na frente da área”. A entrega dos jogadores foi outro ponto exaltado. “Dagoberto não economiza um pique, Damião, Jô. Isso tem sido importantíssimo”, exemplificou ele, que não se esqueceu de D’Alessandro: “Mais maduro, mais interessado, se doando mais para a equipe”.
Mesmo derrotado por 2 a 0, o Cruzeiro, de acordo com Dorival, foi o time que mais deu trabalho até agora no Gauchão. “Até o último minuto vieram para cima tentando o gol. É uma equipe muito equilibrada e com certeza estará fazendo uma grande campanha no campeonato.”