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Após cinco derrotas, torcida vai ao CT e aumenta pressão no Vasco antes de enfrentar o Inter

Protesto organizado e momento crítico ampliam a tensão no clube carioca às vésperas do duelo em São Januário

Após cinco derrotas consecutivas, técnico Fernando Diniz balança no cargo
Após cinco derrotas consecutivas, técnico Fernando Diniz balança no cargo Foto : Matheus Lima / Vasco / CP

O Vasco da Gama, próximo adversário do Inter no Campeonato Brasileiro, também atravessa uma crise e, de certa forma, tão séria quanto a colorada. Após cinco derrotas consecutivas, o clube carioca, que tem apenas um ponto a mais que o Inter na tabela, segue na luta contra o rebaixamento. As equipes se enfrentam nesta sexta-feira, em São Januário.

A pressão é grande tanto sobre o grupo de jogadores quanto sobre o técnico Fernando Diniz. Após a derrota por 1 a 0 para o Bahia, neste domingo, o treinador admitiu o mau momento e até o risco de perder o cargo caso a vitória sobre o Inter não seja alcançada.

"Não tem conforto no Vasco com cinco derrotas. O Pedrinho (presidente do Vasco) gosta muito de mim, mas se um dia ele precisasse me demitir, me demitiria, mas não acho que essa é a questão. Você sabe que o time tinha uma projeção, que conseguiu feitos importantes nesse período em que estou aqui, tivemos momentos brilhantes. A vitória contra o Santos, a classificação contra o Bahia, essa série de 12 jogos praticamente com apenas uma derrota no meio e jogando de uma maneira que deu muita esperança ao torcedor", afirmou Diniz.

Nesta terça-feira, um grupo ligado às torcidas organizadas foi ao CT para cobrar o elenco. De modo geral, os torcedores apoiam a permanência de Fernando Diniz e responsabilizam os jogadores pela sequência de resultados negativos que tirou o time da disputa por uma vaga na Libertadores e o deixou próximo da zona de rebaixamento.

Além do Brasileirão, o Vasco tem compromissos pela Copa do Brasil. O time está na semifinal e enfrentará o Fluminense em dois clássicos, nos dias 11 e 14 de dezembro. Portanto, só após o término do Brasileirão. "O torcedor tem que ter esperança porque estamos na semifinal da Copa do Brasil. E não é por causa de mim, não é por causa do Pedrinho. Foram 14 dias em que aconteceram essas cinco derrotas, e que tipo de administração seria essa? Esse é o mal do futebol brasileiro", completou o técnico.

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