Carlomagno destacou, no entanto, o esforço da diretoria em deixar o Beira-Rio confortável para o torcedor. "Queremos que as pessoas estejam no estádio assistam ao jogo com a melhor visibilidade possível. Colocamos as questões do acesso ao Beira-Rio e um conjunto de serviços mais elaborados. Espero que o Beira-Rio permaneça como um espaço de conquistas coloradas. Isso é uma questão mais importante do que a capacidade do estádio", argumentou.
Sem a área do Beira-Rio, o Inter ficará sem uma área própria para treinamentos. Carlomagno afirmou que a região do Parque Gigante pode ser uma solução paliativa. "Estamos tratando desse assunto até que a construção do novo centro de treinamento esteja definida. Para passar ao Parque Gigante será preciso cumprir alguns ritos arquitetônicos e legais. Parte desse terreno ainda pertence à Prefeitura. É importante destacar que o CT é um assunto que está no contrato e o clube pode comercializar espaços publicitários, a exemplo do que acontece com Milan e Juventus."