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Assessor do Inter cogita construção de área para aumentar a capacidade do Beira-Rio

Com reforma, estádio ficaria com 52 mil lugares à disposição da torcida

Com reforma, estádio ficaria com 52 mil lugares à disposição da torcida
Com reforma, estádio ficaria com 52 mil lugares à disposição da torcida Foto : Fabiano do Amaral
O assessor da presidência do Inter Maxi Carlomagno, participante ativo na elaboração do contrato entre o clube e a Andrade Gutierrez, comentou a diminuição da capacidade do estádio Beira-Rio para 52 mil com a reforma. O dirigente salientou que mudança foi imposta pela Associação de Normas Técnicas, mas também lembrou a necessidade de deixar a casa colorada nos padrões da Fifa. "Esse tema da quantidade lugares ele vem sendo abordado através de uma comparação com outra unidade (estádio), que deixaria torcedores ficarem em pé. Nós trabalhamos com os padrões da Fifa, mas se o Inter conseguir uma área que permita assistir a uma partida em pé, como ocorre atrás das goleiras, o número da capacidade aumentaria um pouco", afirmou em entrevista à Rádio Guaíba.

Carlomagno destacou, no entanto, o esforço da diretoria em deixar o Beira-Rio confortável para o torcedor. "Queremos que as pessoas estejam no estádio assistam ao jogo com a melhor visibilidade possível. Colocamos as questões do acesso ao Beira-Rio e um conjunto de serviços mais elaborados. Espero que o Beira-Rio permaneça como um espaço de conquistas coloradas. Isso é uma questão mais importante do que a capacidade do estádio", argumentou.

Sem a área do Beira-Rio, o Inter ficará sem uma área própria para treinamentos. Carlomagno afirmou que a região do Parque Gigante pode ser uma solução paliativa. "Estamos tratando desse assunto até que a construção do novo centro de treinamento esteja definida. Para passar ao Parque Gigante será preciso cumprir alguns ritos arquitetônicos e legais. Parte desse terreno ainda pertence à Prefeitura. É importante destacar que o CT é um assunto que está no contrato e o clube pode comercializar espaços publicitários, a exemplo do que acontece com Milan e Juventus."

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