A membrana, autolimpante e incombustível, é esticada sobre a estrutura metálica, as chamadas "folhas" da cobertura do Beira-Rio, e sustentada por uma rede de cabos para estar totalmente esticada e não correr risco de causar problemas. Os responsáveis pela instalação do material na cobertura, profissionais ucranianos, assim como foi no Maracanã, onde o material foi utilizado, já estão andando na reforma do estádio colorado e montando as estratégias para colocar a membrana.
Principal novidade do novo Beira-Rio, a cobertura do estádio ainda não está finalizada. As partes iniciais, chamadas de P1 e P2, já estão instaladas. As peças finais, de P3 e P4, estão previstas para completamente colocadas em novembro. O Beira-Rio, palco de cinco jogos da Copa do Mundo de 2014, tem 87,5% da reforma concluída até o momento.
Inicialmente, a situação da membrana estava com o estágio atrasado. A empresa alemã responsável pelo fornecimento do material passou por dificuldades financeiras, já que as obras dos estádios brasileiros sofreram atrasos, o que comprometeu o cronograma financeiro da Hightex, responsável pela cobertura da Arena das Dunas, além de Beira-Rio e Maracanã.