Medeiros enfatizou que o contrato com o jogador argentino vai até 2015 e que não existiu qualquer conversa sobre uma saída dentro do Inter. O dirigente salientou que durante campanhas eleitorais surge esse tipo de projeto "impossível". "Teve um candidato não muito longe daqui que prometeu a Libertadores. Cada um acredita na promessa que quer", comentou. "O cara pode prometer lá, dizer uma série de fantasias."
O candidato Antonio Caselli garantiu ter visitado Porto Alegre e conversado com o camisa 10 colorado, algo que o vice-presidente colorado julga muito difícil. "Duvido disso. Falar com o jogador à revelia do clube. Não sei, mas o D'Alessandro não é assim", frisou Medeiros, acrescentando que nas conversas durante a semana com o atleta só se falou de futebol. "Só se comentou Botafogo", reforçou o dirigente.
Ele não quis comentar sobre um eventual pedido do meia para retornar ao seu clube de origem, mas avaliou que a afinidade de D'Ale com o Inter, hoje, é tão grande quanto pelo clube argentino. "Ele tem um carinho muito grande pelo River por tê-lo lançado, mas isso é quase timbrado com o Inter da mesma forma. Foi aqui que ele virou o melhor jogador da América", definiu Medeiros. "Ele está aqui há cinco anos e sua família bem estabelecida", completou.