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Carvalho: Inter mostrou muita garra

Dirigente colorado elogiou a postura do Inter na vitória sobre o Pelotas

Em partida difícil, Taça Fábio Koff foi disputada com raça e dignidade
Em partida difícil, Taça Fábio Koff foi disputada com raça e dignidade Foto : Pedro Revillion
O vice de futebol do Inter, Fernando Carvalho, elogiou a postura colorada no segundo tempo da partida que deu o título da Taça Fábio Koff ao clube. Depois de sair perdendo por 2 a 0, a equipe virou para 3 a 2 neste domingo e garantiu vaga na final do Gauchão, contra o Grêmio. "O Inter mostrou muito brio e muita garra", destacou.

O dirigente falou das lições que o Inter precisa tirar da vitória deste domingo. "Tem que crescer em cima dos erros, e saber que o jogo não está decidido antes do final", afirmou. Carvalho cumprimentou o ex-presidente gremista Fábio Koff, que brincou que poderia trocar a Taça Fernando Carvalho, conquistada pelo Tricolor, pela que leva o seu nome. 

O dirigente salientou a reação da Academia do Povo no segundo tempo, que surgiu graças a uma mudança tática do técnico Jorge Fossati. "O treinador fez uma modificação fundamental e nós conseguimos uma virada espetacular. Se nós tivermos a coragem, o espirito de não desistir nunca, vamos vencer quase sempre. Temos que ter esse espirito contra o Deportivo Quito", recomendou. 

O assessor de futebol, Roberto Siegmann, gritou ao fim da partida "Agora é Gre-Nal", Carvalho preferiu ser cauteloso antes de pensar no clássico do próximo domingo. "Primeiro tem o Deportivo Quito aqui", lembrando da partida de quinta, que define as vagas do Grupo 5 para as oitavas de final da Copa Libertadores. O Inter entra em campo às 19h30min, e precisa de uma vitória para não depender de resultados paralelos para avançar na competição.

Gre-Nal na final no Gauchão

Carvalho evita falar no clássico antes do jogo da Libertadores, no entanto ele afirma que o Grêmio terá um privilégio, pois terá mais um dia de descanso. "Acredito que eles possuem uma leve vantagem, com 24 horas a mais de descanso. Mas não há favorito, como sempre é nos clássicos. Os dois grupos chegam iguais", argumenta.