Cavenaghi, por exemplo, poderia ter entrado contra o Peñarol, quando o Inter precisava reverter uma desvantagem no placar, mas foi preterido pelo garoto Ricardo Goulart. Amanhã, verá o Gre-Nal sentado mais uma vez no banco. A situação incomoda. A amigos, ele reclama da falta de oportunidades. Publicamente, porém, não se manifesta.
"Ele é jogador de jogo. Todas as vezes que jogou, foi bem, apesar do azar nas conclusões. Por isso, fez apenas um gol. Para mim, é estranho não estar jogando", enfatiza o empresário Fernando Otto, que trouxe Cavenaghi da Espanha para o Inter. "Ele é meu amigo. Um cara família, que não reclama. Mas é óbvio que não está satisfeito."
A situação tende a piorar. Com o fim da Libertadores, não pode ser escalado no mesmo time que D''Alessandro, Guiñazu e Bolatti, também estrangeiros, devido à limitação imposta pela CBF. Então, tudo indica que viverá um resto de Gauchão e um Brasileirão longe do time. Para completar, Falcão disse ontem que Cavenaghi disputa lugar com Damião, o titular mais titular do Inter nesse momento.