Aos 21 minutos do segundo tempo, em uma bola alçada para a área do Mirassol, Wesley cabeceou, mas a bola foi para fora. O jogador do Inter imediatamente reclamou pênalti. As imagens da televisão mostram que, de fato, a bola toca no braço do lateral Reinaldo. Criou-se a expectativa de que o lance seria, pelo menos, revisado pelo árbitro no VAR. Mas a partida reiniciou normalmente e terminou empatada em 1 a 1.
Desde o início desta edição do Campeonato Brasileiro, a CBF tem divulgado em seu site oficial os áudios do VAR de inúmeros lances polêmicos das partidas. No entanto, como o critério tem sido disponibilizar apenas os lances em que há uma revisão mais detalhada pelos profissionais do VAR, o lance reclamado pelo Inter não consta na análise da entidade publicada ontem.
Ao final do jogo, o presidente do Inter, Alessandro Barcellos, citou o lance. “A bola bate na mão, mas nem o VAR e nem o árbitro foram capazes de marcar. Em todas as rodadas temos discussões de arbitragem. É um tema que cansa”, protestou.
Mais tarde, nas redes sociais, o Inter reiterou as reclamações com uma publicação onde fiz que “lances assim mudam a história do jogo”.
Um pênalti claro, com o braço completamente aberto dentro da área. O árbitro Wagner do Nascimento Magalhães nada marcou, e o VAR Rodrigo D’Alonso Ferreira sequer chamou para revisão.
— Sport Club Internacional (@SCInternacional) May 19, 2025
Lances assim mudam a história do jogo. E seguem passando impunes.
O Sport Club Internacional… pic.twitter.com/JZMLwbx5NS