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Com folha salarial enxuta, Rio Branco aposta em “time caseiro” contra o Inter

Time do Acre aposta recebe colorados na próxima quarta-feira, pela Copa do Brasil

Adversário de estreia do Inter na Copa do Brasil, o Rio Branco vive dias de vacas magras. O clube, de acordo com o presidente Francisco Leal, está endividado e a folha salarial não chega a R$ 100 mil mensais – menos de 10% da colorada.

“Temos uma folha limitada. Em razão do problema na Série C do ano passado, que não jogamos por um problema judicial, o Rio Branco contraiu muitas dívidas”, explicou o dirigente, em entrevista à Rádio Guaíba nesta segunda-feira.

Diante da crise, a aposta para o confronto com o Inter na Copa do Brasil é “um time caseiro”, formado por jogadores oriundos das categorias de base. Para o presidente Leal, a receita dá certo ao menos no âmbito regional. “Me parece que dá para o gasto no campeonato local”, opinou.

Mas além das dificuldades financeiras, o Rio Branco ainda encara outro desafio: se adaptar mais rapidamente à bola utilizada na Copa do Brasil, com a qual os jogadores só começaram a treinar nesta segunda-feira. O atraso – o Inter já treina com o material há uma semana – se deu na Federação do Acre, segundo o dirigente. “Parece que a federação está torcendo para o Inter”, ironizou.

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