O Inter evitou a derrota no Beira-Rio apenas nos acréscimos, ao empatar por 1 a 1 com o Corinthians, mas o resultado em nada ameniza a crise colorada no Brasileirão. Já são quatro partidas sem vitória, duas delas sob o comando de Ramón Díaz, e a pressão sobre o time segue aumentando.
O gol foi marcado por Carbonero, nos acréscimos da partida, cobrando um pênalti que só foi confirmado após a análise das imagens no VAR.
Anthoni – O Corinthians finalizou pouco, mas marcou duas vezes (um dos gols foi anulado). Teve participação discreta. Nota 4.
Aguirre – Sofreu bastante pelo seu lado e deixou espaços. Quando apoiou, também não foi efetivo. Nota 4.
Vitão – A defesa segue em queda e ele não consegue se destacar. Afunda junto com o sistema. Nota 4.
Juninho – Mal posicionado, errou passes e comprometeu. Nota 3.
Bernabei – Nervoso, falhou nos passes e na marcação, mas mostrou disposição. Nota 4,5.
Luis Otávio – Tem qualidade, mas não consegue se sobressair em meio ao mau momento coletivo. Nota 4.
Thiago Maia – Entrou no segundo tempo e melhorou minimamente a saída de bola. Nota 5,5.
Bruno Henrique – Sofreu o pênalti que resultou no empate nos acréscimos. Pouco além disso, mas foi fundamental. Nota 6.
Tabata – Tentou dar profundidade pela direita, mas foi pouco produtivo. Nota 5.
Óscar Romero – Fez um gol anulado, mas também errou bastante. Vontade não faltou. Substituído no intervalo. Nota 5.
Gabriel Mercado – Deu mais segurança à zaga após entrar no segundo tempo. Precisa ser titular. Nota 5,5.
Alan Patrick – Lento, ainda participou do lance do gol anulado de Romero. Saiu na etapa final. Nota 5.
Ricardo Mathias – Deu mais volume ofensivo e ganhou algumas jogadas pela esquerda. Nota 5,5.
Carbonero – Melhor do Inter em campo. Além do gol de pênalti, foi o mais lúcido do setor ofensivo. Nota 7.
Bruno Gomes – Reapareceu após nove meses. Sem tempo para avaliação. Sem nota.
Borré – Lutou bastante, mas segue sem conseguir ajudar o time. Falta algo para contribuir para o time. Nota 3.
Ramón Díaz – Manteve o esquema do jogo anterior, mas ousou ao propor o 3-5-2 na etapa final. Ainda assim, insistiu em escolhas questionáveis, como Juninho titular. Nota 4,5.