Ou seja, o balanço deve ser aprovado, mas com observações, maculando a gestão de Luigi. A reunião de análise das contas deve ocorrer, segundo o estatuto, em março.
"'O presidente Luigi não devia ter assinado o contrato antes de submetê-lo à aprovação do Conselho, pois ele compromete receitas futuras do clube", defende o conselheiro Mário Sérgio Martins, que foi 2º vice-presidente eleito do Inter nas gestões de Fernando Carvalho e Vitorio Piffero. "Acho que as contas serão aprovadas, mas a nossa proposta é deixar a ressalva", continua.
O assunto foi levantado na última reunião do CD, dia 27 de dezembro. Conselheiros ligados ao Convergência Colorada e aos movimentos que deram sustentação à candidatura de Luis Antônio Lopes na eleição para presidente do clube pediram explicações a Luigi. Na reunião, o assunto ficou pendente, mas voltará à tona.
O contrato com a TV rendeu R$ 35 milhões, dinheiro que permitiu ao clube encerrar o ano com as contas em dia e até com algum superávit.