A esposa, Angela, e o filho Cassios, além de amigos, ex-jogadores e fãs do atacante marcaram presença na despedida. Junto ao caixão estava a camisa 14 tantas vezes usada pelo jogador para decidir nos minutos finais.
O diretor de esportes da Rádio Guaíba, Luís Carlos Reche, destacou que, mesmo sem ser titular absoluto do Inter nos anos 1970, Escurinho tornou-se um grande ídolo da torcida colorada. “Quando o jogo estava complicado a torcida pedia pelo Escurinho e ele resolvia. Se jogasse hoje seria um grande craque”, opinou. “Mesmo doente ele não desistiu. Cumpria todas as etapas do tratamento com alegria e tinha grande esperança de que venceria, frisou.