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Coudet minimiza vaias da torcida do Inter no Beira-Rio: "Acontece em todo lugar"

Treinador argentino afirma que compreende protestos dos torcedores em função da ausência das vitórias

Treinador argentino afirma que compreende protestos dos torcedores em função da ausência das vitórias
Treinador argentino afirma que compreende protestos dos torcedores em função da ausência das vitórias Foto : Fabiano do Amaral

O técnico Eduardo Coudet minimizou as vaias da torcida do Inter após a derrota para o Vasco na volta ao estádio Beira-Rio na noite deste domingo. Ao longo do jogo, o treinador argentino foi hostilizado e no apito final todos jogadores foram alvos da insatisfação das arquibancadas.

"As vaias vão acontecer quando não ganhamos. Isso acontece em todo lugar. Sabemos que quarta-feira (contra o Juventude) não será o melhor clima para iniciar. Não é bonito para ninguém ser vaiado, mas no futebol acontece", afirmou Chacho em entrevista coletiva.

Coudet reiterou que as mudanças constantes na escalação e no estilo de jogo se devem pelo episódio das enchentes no Rio Grande do Sul e o desgaste dos atletas.

"Fisicamente não consigo repetir a forma que eu gosto de jogar. Eu tenho um estilo de jogo que eu não consigo implementar. Não dou treinos, porque não é possível”, defendeu o argentino ao criticar o calendário apertado.

Chacho explicou seu "abatimento" com o resultado e voltou a lamentar a ausência de Borré e Valência. "Só notícias ruins. (...) temos dois dos melhores atacantes da América do Sul e não conseguimos ter eles em campo", disse. O equatoriano deve reforçar o elenco na quarta-feira diante do Juventude pela Copa do Brasil.