A posição de preferência dele, porém, é volante pela esquerda, ou "um pouco mais à frente". Mas se precisar, joga pela direita também. "Não tem problema", garante.
Questionado sobre a decisão de trocar a Europa pelo Brasil, rasgou elogios ao país. "O que mais me inspirou a voltar é saber que o Brasil é um lugar muito lindo para se jogar. Eu creio no futebol brasileiro. Quando apareceu a proposta, não duvidei. (...) Carlitos Tévez abriu uma porta para nós. Hoje os brasileiros têm fé nos argentinos, isso é muito importante. Temos quer estar agradecidos ao povo brasileiro (...) Sei que o Inter é um dos maiores clubes da América do Sul e estou feliz de estar aqui".
Recepcionado com festa pela torcida no aeroporto Salgado Filho na quarta, o jogador se compromete a retribuir: "Receber assim aos jogadores é muito importante. Prometo muito trabalho e muito esforço".
Dátolo voltou a dizer que está bem fisicamente e que logo poderá estrear. Também comentou sua experiência na Copa Libertadores, da qual foi campeão em 2007 pelo Boca Juniors. "Já joguei esta Copa mais de uma vez e tive a sorte de ganhá-la. A chave é ser paciente e não jogar pensando em somente uma partida, mas em duas, porque são 180 minutos. Temos que ir crescendo partida a partida".
Revelado pelo Banfield e bem-sucedido no Boca, Dátolo vem de uma sequência não tão brilhante pelo futebol europeu, onde passou por Napoli, Olympiakos e Espanyol. "Foi positivo. Fiquei três anos na Europa. Não foi o melhor, como eu pretendia, mas foi uma experiência que me ensinou muito, até no nível pessoal, e espero transmitir aqui na América do Sul", afirmou o jogador.