“Não adianta o cara ser ligeiro fisicamente, mas não mentalmente. Muitos falam de jogadores não tão velozes, mas que pensam antes o que têm que fazer na jogada e a bola corre mais rápido que o normal. São diferentes leituras. O treinador e a direção procuraram alternativas, temos o Luque, o Jorge Henrique e o Sasha. Se faz essa leitura quando o time perde, ninguém gala quando ganha. Futebol é assim”, disse D’Alessandro na reapresentação colorada no CT Parque Gigante nesta quinta-feira.
“Isso depende de quem joga de extremo, que hoje sou eu e o Alan Patrick. Mas nós temos opções, os volantes dão opções de entrar na área, o Aránguiz, Alex e o Wellington fazem isso, que por vezes compensa a nossa falta de velocidade. O treinador tem alternativas, busca elas e muda algumas vezes, outras não”, seguiu.
Em relação ao seu desempenho, D’Alessandro evitou fazer análise individual do time, mas destacou que se cobra bastante quando não tem uma boa atuação. “Eu não faço do meu desempenho. Sei quando faço as coisas bem e quando faço mal. Ninguém externa no futebol quando faz as coisas mal, não vou ser o primeiro. Existe a cobrança pessoal que sempre me faço. Coletivamente temos que reconhecer que os dois últimos jogos não foram os melhores. O importante é o coletivo. E quando você tem três ou quatro jogadores que não estão bem, isso cai. Isso acontece não somente pelo nosso time, mas também pelo rival. O Abel está procurando resolver isso”, afirmou.
D’Alessandro e os demais titulares na derrota para o Ceará realizaram apenas trabalhos regenerativos nesta quinta-feira. Apenas os reservas foram ao gramado do CT Parque Gigante, onde realizaram um coletivo contra o time sub-23.