A punição poderia ser de até 11 jogos para o jogador. No entanto, após assistir ao vídeo do lance, a Procuradoria do STJD pediu a desclassificação da denúncia, por entender que o ato do argentino foi hostil e não uma agressão. Em defesa do meia, o advogado Daniel Cravo, argumentou que D’Ale não se dirigiu ao árbitro como foi relatado na súmula e ressaltou que ele foi punido com a expulsão da partida.
Na súmula da partida, Marcelo de Souza escreveu: “Após ser advertido com o cartão amarelo, partiu em minha direção me atingindo de forma proposital com uma peitada e proferiu as seguintes palavras: ‘Está loco (sic), maluco’. Imediatamente expulsei o mesmo com cartão vermelho direto".