Inter

D'Alessandro fala em priorizar o Brasileiro: “Temos uma dívida”

Argentino admitiu incomodo com jejum de títulos nacionais do Inter

D´Alessandro admitiu que sente dívida com torcida por falta de títulos nacionais
D´Alessandro admitiu que sente dívida com torcida por falta de títulos nacionais Foto : Fabiano do Amaral
A comemoração do pentacampeonato gaúcho já faz parte do passado para D'Alessandro. Nesta segunda-feira, o capitão do Inter lembrou que os jogadores tem uma "dívida" com a torcida em relação ao Campeonato Brasileiro, que começa neste sábado. Na visão do argentino, é preciso priorizar a competição na temporada.

“Já falei que temos um dívida, um objetivo coletivo. O Inter é um time grande e um clube deste tamanho não pode passar 36 anos sem título brasileiro. A Copa do Brasil é importante, mas o torcedor cobra o Brasileiro e tomara que não fique ai”,afirmou o argentino em entrevista ao Sportv.

Outra questão que D'Alessandro enalteceu durante a entrevista foi a forma de trabalho adotada pelo técnico Diego Aguirre. Na avaliação do meia, o título gaúcho comprova que o método de rodízio utilizado pelo comandante colorado está dando resultado.

“Acho positivo o título gaúcho por causa do que aconteceu, por causa do treinador não repetir a equipe na final. Mas a gente foi entendendo o estilo do treinador e fomos entendendo que se um não jogar uma partida tem de estar preparado para outro jogo. Isso é um ponto positivo e uma maneira diferente de se trabalhar”, disse.

Por fim, D'Alessandro comentou sobre a possibilidade de defender novamente a seleção argentina. O meia não fala em manter esperanças, mas afirma que estará preparado caso seja chamado por Tata Martino.

“Difícil responder. Eu aprendi no decorrer do futebol, o treinador tem as suas escolhas e gostos e preferências. Como em algum momento fui da seleção com Bielsa, Pekerman, Basile, Batista sempre tinha especulação. Mas chegou Sabella e é normal que ele tenha seus jogadores. O que cabe a mim é continuar trabalhando para quando chegar a oportunidade eu aproveitar. Hoje o tempo de seleção passou um pouco pela idade. Nunca foi fácil jogar na seleção”, declarou.