No vestiário, ao menos nas versões oficiais após o jogo, o ato do meia argentino não foi encarado como insubordinação. “O Dorival pediu para eu bater, mas o Dátolo estava confiante para bater, mas infelizmente errou. Poderia ser eu”, lembrou Nei, que acrescentou: “Jamais brigaria para bater o pênalti”. O camisa 4 recordou que contra o Santos – quando marcou um gol de falta – ocorrera a mesma situação. Ele pediu para cobrar e acabou marcando gol. “Eu não treino sozinho. O Dátolo, o D’Ale e eu praticamos”, disse o ala.
Dorival Júnior corroborou a afirmação do lateral e comentou a confiança do atleta no momento de cobrar a penalidade. “De repente o Nei não se sentiu tão confiante quanto o próprio Dátolo. Eu dei a ordem para o Nei, mas é natural que alguém que se sinta mais confiante peça para bater.”