“Sinceramente ainda falta me adaptar, sim. Foram duas equipes diferentes, a primeira vez que participo 90 minutos com essa equipe, que não tive a oportunidade de fazer coletivo por conta da minha lesão. Pelo menos estou me esforçando para me entregar ao máximo, é o que eu tenho que fazer”, comentou Dida, que salvou o Colorado em duas situações contra o Brasil de Pelotas.
Minutos antes do confronto com o time de Pelotas, Dida e Muriel foram os primeiros a entrar no gramado do Beira-Rio, com o preparador de goleiros Marquinhos. A reação dos quase 10 mil colorados no estádio foi única: aplausos e gritos para recepcionar o goleiro, pela primeira vez jogando na casa colorada. “É bom sentir o carinho do torcedor”, comentou ele, que disputou a temporada passada pelo rival Grêmio. “Fico contente, a recepção foi extraordinária da torcida, é sempre bom.”
Quanto ao triunfo que garantiu a classificação do Inter às quartas de final do Gauchão, Dida analisou: “Foi uma boa vitória, foi espetacular. Sabemos que não era fácil. Jogaram recuados, marcando. Para aproveitar as bolas paradas. A gente conseguiu o gol e administrou a vantagem”.