Souto de Moura disse que foi clara a intenção do Rio Branco em forçar o segundo jogo. "Eles não queriam jogar. A ideia era criar uma confusão. Tenho claro que a intenção do Testinha era entrar para tirar o D'Alessandro da partida", analisou.
O dirigente colorado minimizou a expulsão de D'Alessandro, que será desfalque do Inter na próxima fase da Copa do Brasil. "Olhando o jogo, podemos observar que foi provocação. O Testinha deu uma entrada criminosa no D'Alessandro e o jogador, que não tem sangue de barata, reagiu instintivamente. Para mim, tudo isso estava armado", enfatizou Souto de Moura.
A demora do Inter em construir o resultado de 2 a 0 foi justificada por Souto de Moura pela postura aguerrida do Rio Branco. "Eles jogaram com o coração na ponta da chuteira. Acho que com as expulsões, as equipes se reorganizaram e o segundo tempo nós tivemos um ataque contra defesa. Mais tarde, a preparação física e os recursos do nosso banco de reservas fizeram a diferença", argumentou.