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Dirigente lembra trauma de 2005 para preservar Muriel e Fabrício

Técnico Dunga precisou mudar escalação do Inter contra o Vitória quase às pressas

Kleber ocupou a vaga de Fabrício no Inter
Kleber ocupou a vaga de Fabrício no Inter Foto : Alexandre Lops / Inter / CP
O diretor de futebol Luís César Souto de Moura explicou a decisão de não escalar o goleiro Muriel e o lateral Fabrício no jogo contra o Vitória, nesse sábado, a estreia colorada na Copa do Brasil. Conforme ele, o departamento jurídico achou melhor preservar os dois atletas temendo uma eventual perda de pontos.

“Nosso jurídico achou melhor ter cautela para não perder pontos. Nos sentimos traumatizados pela CBF desde 2005, quando aconteceu uma desvantagem competitiva - afirmou, ressaltando que o clube sentiu-se prejudicado na edição em que foram remarcados jogos devido ao escândalo da Máfia do Apito”, afirmou o dirigente.

O goleiro havia sido expulso na última partida do Brasileirão de 2012 (o empate sem gols do Gre-Nal), mas a CBF havia liberado durante a semana. Já o lateral-esquerdo recebera cartão vermelho diante do Santa Cruz, na segunda fase da Copa do Brasil. Sem os dois titulares, o técnico Dunga escalou Agenor e Kleber.

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